29.7.10

As tuas palavras são como bombas no meu coração. Da tua voz já não existe melodia ou doces palavras de amor e ternura, mas sim grosseiras e destrutivas que me magoam e me fazem cair e não me conseguir mais levantar. As lágrimas escorrem pelos meus olhos mas tu não as vês, não queres saber, enquanto me apertas a alma e me levas tudo aquilo em que acredito, não deixando nada para trás sem ser as feridas ainda abertas. Eu tento, mas não consigo chegar a ti. Estás tão longe e nem um esforço fazes para regressar.
Eu rastejo por ti, e não me consigo levantar. Porque tens de ser assim?

28.7.10

Hoje sinto falta do que me dá mais força para continuar a viver. Sinto falta do tempo, do esforço, dos momentos. Quero sentir-me viva outra vez, de ser tudo aquilo que sempre quis ser e sonhar mais um pouco. De sentir os meus pés a arder em força suportada pela minha felicidade e as minhas pernas já sem vontade de continuar, mexendo-se quase automaticamente. É uma necessidade que sempre fez parte da minha vida, é todo o meu sonho em apenas uma palavra.

Tenho saudades das minhas aulas de ballet...

25.7.10

Cheguei ontem à minha casa de praia e anda cada vez mais gente na rua por esta altura do ano, o que é bastante bom. Houve feira rural e hoje há danças tradicionais (folclore), mas preferi ficar a ver o "Achas que sabes dançar?", ainda por cima é o final (gostava que ganhasse o Marco).

Estou furiosa com o meu computador! Não liga... A tecnologia nem sempre gostou muito de mim, assim tenho que andar no pc da minha irmã. Só espero que este fique intacto.

21.7.10

Hoje fiz os meus tererés de Verão. Todos os anos faço, e para não quebrar a tradição... Este ano foram três, portanto, mais um que o ano passado; dois de linha normal e um de lã. Como não os consigo fazer a mim mesma tive que ir a casa da Bi fazê-los. Estive lá seis horas!!, das 15h às 21h. Mas não me posso queixar, vimos o "Avatar", e ainda a "Proposta" que nunca tinha visto, começámos outro mas esse não ligámos muito (também já não me lembro do nome).
Mas estou a pensar em cortá-los... Para além de serem grandes já não estou habituada a tê-los, mas assim ia ficar sem exemplos para o meu negócio. Ai!, não sei o que faça, vou aproveitar a noite para pensar no assunto (ou a madrugada).

(ps- eu prometo que ponho fotos deles; são mesmo giros.)

20.7.10

Onde não existe


Não quero estar aqui, longe de mim, de toda a essência que me preenche. Sinto-me a desaparecer como as pequenas gotas de chuva que primeiro caem dos céus e que logo são esquecidas. Algo em mim não me pertence mas insiste em permanecer na minha mente. Eu luto!, mas é mais forte que eu, mais forte que a minha vontade, poderoso. Só gostava que compreendesses que não estou completa, que o que vês não sou eu. Ajuda-me a encontrar-me, mas não me fales mais no assunto. Deixa-me dormir, pensar, olhar e sofrer. Deixa que a raiva que tenho em mim se solte! Deixa-me sozinha, não quero mais ouvir a tua voz, não estás a ajudar. Empurrares-me contra a parede e obrigares-me a dizer as coisas que não quero não vai acalmar a minha dor, só me vai confundir mais.
Só peço para que me abraces e que chores comigo.




(não consigo parar de ouvir, a letra pode não ter totalmente todos os meus sentimentos, é mais um vício e pela melodia)

17.7.10

O meu dia hoje não podia ter sido melhor. Praia todo o dia, embora estivesse um pouco de vento estava-se bastante bem estendida na toalha debaixo de um sol bem quentinho. Foi o meu primeiro dia de férias, mas amanhã já vou ter que voltar para Lisboa, não é que me apetecesse muito, dado que estou farta até aos cabelos da capital, mas lá tem que ser.
Mas por agora vou aproveitar a minha noite espectacular. Hoje à carnaval de verão aqui e eu vou-me divertir até cair para o lado! Mas de modo a que amanhã acorde bem cedinho para ir outra vez para o meu sol.

(ps- tive uma das melhores visões da minha vida!!)

A angústia não sossega fazendo a minha cabeça rodopiar sobre si milhares de vezes, sem encontrar respostas. Onde tudo passa de mágico a sombrio, de inocente a culpado, existe um mundo que não é visitado muitas vezes, passando quase despercebido aos olhares mais atentos. Onde os sorrisos não existem, as crianças não riem na melodia do cantar dos pardais alegres, e onde existem as brumas de uma alma perdida. Não sinto dor, mágoa ou solidão, apenas um vazio no meu coração.

16.7.10

Quase lá


Falta pouco! São só mais dois exames amanhã e estou oficialmente de férias. Mas o problema é que não sei se vou conseguir passar a uma dessas disciplinas, dado que à outra vou fazer melhoria. Se isso não acontecer não entro para a faculdade, não é que queira ou que deseje, é mais um obrigação.
Sinto que fazem demasiada pressão sobre os meus ombros à cerca deste assunto, o que nem sempre me faz bem. Eu sei que as pessoas se preocupam comigo e que só querem o meu bem estar,  blábláblá.... Mas estou a ver isto muito negro.
Whatever...

JÁ SINTO O SABOR DO VERÃO!

15.7.10

Agonia


Existe um aperto no meu coração todos os dias quando acordo que tende a agravar a sua dor enquanto os ponteiros do relógio do meu quarto giram sem parar. Sinto-me fria, só, desprotegida neste mundo cruel que não quer ver nem ouvir ninguém. Ao longe sinto a tua presença a aproximar-se. O teu abraço acalma o meu ser, suavizando toda aquela agonia. Mas quando te vejo partir ela renasce com uma força ainda maior. A culpa não é tua meu amor. Mas contigo a dor parece que não existe, faço-me esquecer dela.
Quando a noite cai consigo ver o dia nascer mesmo sem saber de que cor foram os meus sonhos. Quem me dera que aqui estivesses para me poderes acalmar de toda esta dor que não cessa.