25.6.11

E voltamos nós às dúvidas, quase certezas, a reviver um passado que sempre foi nosso; algo que não nos sai da cabeça. Virar-te as costas não foi suficiente, se calhar devia ter-te trancado completamente a porta e perdido propositadamente a chave para que nunca fosse encontrada. Mais fácil, mais seguro, (muito) menos complicado.
Mas se calhar, se o tivesse querido realmente, teria-o feito, não?... Era melhor se as coisas seguissem o rumo da nossa razão, mas parva e inconsciente de tudo o que possa vir, eu abri-te o meu coração e deixei que arrumasses as tuas coisas dentro dele, sempre da maneira que desejaste. Erro? Sim. Mas a necessidade é mais forte, e simplesmente não consigo deixar de te dar (sempre) a chave para abrir todas as portas.
E agora pergunto-me: O que me faz realmente feliz?

23.6.11



Foi a madrugada toda a ver o filme, perdemos a conta às vezes que o repetimos. Mas dá vontade de ver ainda mais vezes!

19.6.11

Na semana passada:

Cat: Fofinha, vê aí quando é que temos exame, por favor.
I: Eu estive a ver ontem e acho que é mesmo no final do mês lá para 27 , portanto temos duas semanas para estudar!

Ontem às 4 da manhã...:

I: Amor! Eu sei que me vais matar, afinal o exame é na terça e eu vi mal!
Cat: Are you joking, right?
I: Not really...

Bem, há quem diga que estudar sob pressão dá melhores lucros, embora tenha as minhas dúvidas. Lá vamos nós! Temos menos de dois dias para reler seis livros inteiros, acho que depois disto seremos chamadas as novas Mulheres Maravilha!

15.6.11

A noite está calma e a minha alma demasiado cansada para voltar a pensar em tudo outra vez. Arrasto o meu corpo para perto da janela; puxo os joelhos contra o meu peito e descanso a cabeça neles. A brilhante lua cheia é a única iluminação do meu quarto, não por preguiça mas por vontade; quanto mais nostálgico melhor, quanto mais sofrimento pior.
Cega, acendo o cigarro e deixo-me fascinar com as cores da chama a incendiar o início, e pergunto-me como algo tão banal se possa tornar tão maravilhoso num momento não tão igual. Fecho os olhos e apenas peço que comece a chover, a trovejar, talvez isso me faça sentir viva de alguma maneira.
Neste momento apenas quero estar aqui, a olhar a solidão das ruas e a ver as pequenas luzes de casas longínquas a desvanecerem-se ao passar das horas, queria que o mundo passasse por mim sem eu o notar, queria por uma vez fechar os olhos e ficar apenas comigo.

12.6.11

Sabem quando idealizamos um momento na nossa mente e depois nós próprios fugimos dele como se fosse a pior coisa que nos podesse acontecer no mundo, mas ao mesmo tempo tudo aquilo que precisamos agora?

Pois, acabei de fugir a algo assim... E o pior é que já não é a primeira vez.
Qual é na realidade o meu problema?

11.6.11

9.6.11

Porquê? Porque é que tinhas de ser assim, falar assim, brincar assim comigo e com todos os meus sentimentos? Não entendo. Se tudo tivesse sido como sempre imaginei nada disto teria acontecido, nada disto me passaria pela cabeça e estaríamos como sempre estivemos, felizes. O meu coração nunca mais baterá com a mesma força e intensidade por outra pessoa porque será sempre teu; embora a decisão tivesse sido minha, a dor que me causaste não me permite fechar mais os olhos e virar costas a alguns assuntos que sempre me magoaram. Só queria voltar a ter tudo aquilo que me define, mas não sou capaz, tenho medo, entende, por favor...

Só queria um beijo teu, um pouco do teu calor, mas ao mesmo tempo não aguento a ideia de estar ao pé de ti sem nos termos como um só.

4.6.11